No caso de você deixar de ler o próximo capitulo,Zangão Pajé poderá aparecer por ai e fazer com você o mesmo que fez com Dona Elizabeth Jeniffer,ou seja se você deixar de ler é porque realmente gosta de levar picada na bunda... mais mesmo que goste, não deixe de ler tá amiga e amigo...pois com tudo isso você continuará AduBando a VidA e isso, é o que realmente importa né.
DICA DE HOJE: NÃO DEIXE DE LER O PROXIMO CAPITULO DE "O MOSQUITO QUE PICOU MINHA MÃE" !!!
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AduBando a VidA
on sábado, 26 de setembro de 2009
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O mosquito que picou minha mãe - Cap. 2!!
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AduBando a VidA
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...
...No caminho encontrou POOH, que entre uma conversa e outra disse que conhecia uma colméia, que fornecia mel para ele, e elas era abelhas curandeiras e não macumbeiras. Feliz da vida, Kiwi foi dançando axé com suas rãs do tchan (SEGURA O TCHAN, AMARRA O TCHAN...). Chegando na colméia, conversou com o conde Abelho III, que o levou até a Abelha Rainha XXIII, que era surda muda. Explicou toda a situação em gestos e pediu sua humilde ajuda. A Abelha Rainha XXIII disse, por gestos, que mandaria o Zangão Pajé curar sua mãe com rituais indígenas, mas com uma condição...ele teria que lavar pratos e talheres e copos e panelas (que ele nunca lavou, porque ele nunca teve ), e também ensiná-las a dançar o tcha-tcha-tcha. Contrariado, porém sabendo da sua situação, nosso amigo, que nesse ponto da história já era quase um abacate, teve que aceitar. E lavou tudo...até as bundinhas das abelhas. E ensinou o tcha-tcha-tcha, tchan, tango, ballet, forró, valsa, e tudo mais. Cansado voltou pra casa, “caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento” e sem fôlego.
Chegou em casa e encontrou sua mãe em outras cores (rosa, amarela...). Preocupado, porém tranqüilo, foi dormir. No meio da noite, entrando na casa sem dificuldade, devido à falta de paredes, o Zangão Pajé apareceu com sua tribo e começou seu ritual (LERÊ, LERÊ, LERÊ...). Nesse momento, dona Elizabeth Jeniffer acorda azul de susto e começa a se debater, tentando matar o Zangão Pajé, e ele “sem querer”, na pressa para tentar detê-la, acabou picando sua bunda. Ela ficou amarela, laranja, vermelha, rosa, roxa, azul, verde, branca e lilás, caindo dura, morta e sem vida no chão que não existia, abaixo do teto que não existia, estava agora a mulher que não mais existia...
O que fará o Zangão Pajé?? Kiwi vingará a morte da mãe??
Não perca amanhã o penúltimo e decisivo capítulo de "O mosquito que picou minha mãe", a novela q colore a sua vida...
...No caminho encontrou POOH, que entre uma conversa e outra disse que conhecia uma colméia, que fornecia mel para ele, e elas era abelhas curandeiras e não macumbeiras. Feliz da vida, Kiwi foi dançando axé com suas rãs do tchan (SEGURA O TCHAN, AMARRA O TCHAN...). Chegando na colméia, conversou com o conde Abelho III, que o levou até a Abelha Rainha XXIII, que era surda muda. Explicou toda a situação em gestos e pediu sua humilde ajuda. A Abelha Rainha XXIII disse, por gestos, que mandaria o Zangão Pajé curar sua mãe com rituais indígenas, mas com uma condição...ele teria que lavar pratos e talheres e copos e panelas (que ele nunca lavou, porque ele nunca teve ), e também ensiná-las a dançar o tcha-tcha-tcha. Contrariado, porém sabendo da sua situação, nosso amigo, que nesse ponto da história já era quase um abacate, teve que aceitar. E lavou tudo...até as bundinhas das abelhas. E ensinou o tcha-tcha-tcha, tchan, tango, ballet, forró, valsa, e tudo mais. Cansado voltou pra casa, “caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento” e sem fôlego.
Chegou em casa e encontrou sua mãe em outras cores (rosa, amarela...). Preocupado, porém tranqüilo, foi dormir. No meio da noite, entrando na casa sem dificuldade, devido à falta de paredes, o Zangão Pajé apareceu com sua tribo e começou seu ritual (LERÊ, LERÊ, LERÊ...). Nesse momento, dona Elizabeth Jeniffer acorda azul de susto e começa a se debater, tentando matar o Zangão Pajé, e ele “sem querer”, na pressa para tentar detê-la, acabou picando sua bunda. Ela ficou amarela, laranja, vermelha, rosa, roxa, azul, verde, branca e lilás, caindo dura, morta e sem vida no chão que não existia, abaixo do teto que não existia, estava agora a mulher que não mais existia...
O que fará o Zangão Pajé?? Kiwi vingará a morte da mãe??
Não perca amanhã o penúltimo e decisivo capítulo de "O mosquito que picou minha mãe", a novela q colore a sua vida...
O mosquito que picou minha mãe - Cap. 1!!
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AduBando a VidA
on sexta-feira, 25 de setembro de 2009
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Olá, amigos e amigas!
Sim, sim. Depois de 342343 anos sem postar, apareci por aqui. Confesso que a minha vida não tem sido muito adubada ultimamente. Acho que tô ficando um pouco útil e não tem sobrado tanto tempo pros nossos adubos de cada dia. =/ e tá me fazendo falta, hein... Já tô me sentindo meio árida e desnutrida. Ainda bem que a minha sócia, sempre muito competente, continua atualizando o blog e adubando o nosso dia com sábias e belas palavras. =)
Mas mesmo na correria, eu ainda conservo (e conservarei pra sempre!!! =) ) esse lado inútil e besta que me é peculiar. Por isso, vim aqui lançar a nossa primeira mini-novela (não minissérie, pq é uma história muito dramática, tipo novela mexicana mesmo.)!!!
Trata-se da história do "Mosquito que picou a minha mãe", uma história comovente, envolvente, displicente, e tudo ente, de um menino que mora num brejo e tem sua vida inteira transformada graças a um mosquito.
Foi escrita há alguns tantos anos aí por mim e uma das minhas mais fiéis companheiras de falar merda, Cassi Ane (aliás, nem perguntei pra ela se podia postar, mas acho que pode...em todo caso, já tá aqui..hehehe) e vai ser dividida em 4 emocionantes, angustiantes, cativantes e tudo antes capítulos pra vc amigo e amiga se divertir aí atrás do monitor. =) Espero que adube muito a vida de tds vcs!
Aí vai o primeiro capítulo:
O MOSQUITO QUE PICOU MINHA MÃE
Baseado em fatos existentes
Era uma vez, num lugar muito, muito longe daqui, um menininho chamado Kweiunddrebigste, mais conhecido com Kiwi, que morava com sua mãe, dona Elizabeth Jeniffer, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê. E era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha chão, nem porta, nem patente, nem mesa, mas...tinha mosquitos, abelhas e rãs, era um brejo.
Num belo dia, enquanto Kiwi brincava com suas rãs e sua mãe fazia comida imaginária na panela que ela não tinha, mas sonhava em ter, apareceu um mosquito, que não era imaginário. Entre um vôo e outro, picou dona Elizabeth Jeniffer...e ela ficou verde, roxa e com bolinhas laranjas. Era o mosquito da dengue??? Não...era o Mosqkithoukho Harkcouhirhkissz, que faz com que suas vítimas fiquem coloridas por fora e pretas por dentro. Ela gritou, e Kiwi foi dançando ballet ver o que havia acontecido. Ao ver sua mãe naquelas cores tão alegres ele se revelou, (UI!!!) começou a se pintar como sua mãe e saiu no trio elétrico da Ivete Sangalo (POEIRA...). Quando viu que com o passar dos dias as cores da sua mãe não desbotavam e suas doces picadas se transformavam em enormes e gigantescas feridas leprosas, Kiwi ficou preocupado e foi em busca da cura dançando tango...
E agora?? O que terá acontecido com Dona Elizabeth Jeniffer?? Conseguirá Kiwi salvar sua mãe?? O mosquito sairá impune ou terá o seu merecido castigo??Essas e outras emoções amanhã, no próximo capítulo...
Sim, sim. Depois de 342343 anos sem postar, apareci por aqui. Confesso que a minha vida não tem sido muito adubada ultimamente. Acho que tô ficando um pouco útil e não tem sobrado tanto tempo pros nossos adubos de cada dia. =/ e tá me fazendo falta, hein... Já tô me sentindo meio árida e desnutrida. Ainda bem que a minha sócia, sempre muito competente, continua atualizando o blog e adubando o nosso dia com sábias e belas palavras. =)
Mas mesmo na correria, eu ainda conservo (e conservarei pra sempre!!! =) ) esse lado inútil e besta que me é peculiar. Por isso, vim aqui lançar a nossa primeira mini-novela (não minissérie, pq é uma história muito dramática, tipo novela mexicana mesmo.)!!!
Trata-se da história do "Mosquito que picou a minha mãe", uma história comovente, envolvente, displicente, e tudo ente, de um menino que mora num brejo e tem sua vida inteira transformada graças a um mosquito.
Foi escrita há alguns tantos anos aí por mim e uma das minhas mais fiéis companheiras de falar merda, Cassi Ane (aliás, nem perguntei pra ela se podia postar, mas acho que pode...em todo caso, já tá aqui..hehehe) e vai ser dividida em 4 emocionantes, angustiantes, cativantes e tudo antes capítulos pra vc amigo e amiga se divertir aí atrás do monitor. =) Espero que adube muito a vida de tds vcs!
Aí vai o primeiro capítulo:
O MOSQUITO QUE PICOU MINHA MÃE
Baseado em fatos existentes
Era uma vez, num lugar muito, muito longe daqui, um menininho chamado Kweiunddrebigste, mais conhecido com Kiwi, que morava com sua mãe, dona Elizabeth Jeniffer, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê. E era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha chão, nem porta, nem patente, nem mesa, mas...tinha mosquitos, abelhas e rãs, era um brejo.
Num belo dia, enquanto Kiwi brincava com suas rãs e sua mãe fazia comida imaginária na panela que ela não tinha, mas sonhava em ter, apareceu um mosquito, que não era imaginário. Entre um vôo e outro, picou dona Elizabeth Jeniffer...e ela ficou verde, roxa e com bolinhas laranjas. Era o mosquito da dengue??? Não...era o Mosqkithoukho Harkcouhirhkissz, que faz com que suas vítimas fiquem coloridas por fora e pretas por dentro. Ela gritou, e Kiwi foi dançando ballet ver o que havia acontecido. Ao ver sua mãe naquelas cores tão alegres ele se revelou, (UI!!!) começou a se pintar como sua mãe e saiu no trio elétrico da Ivete Sangalo (POEIRA...). Quando viu que com o passar dos dias as cores da sua mãe não desbotavam e suas doces picadas se transformavam em enormes e gigantescas feridas leprosas, Kiwi ficou preocupado e foi em busca da cura dançando tango...
E agora?? O que terá acontecido com Dona Elizabeth Jeniffer?? Conseguirá Kiwi salvar sua mãe?? O mosquito sairá impune ou terá o seu merecido castigo??Essas e outras emoções amanhã, no próximo capítulo...
Pensamento do dia!!!
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AduBando a VidA
on quinta-feira, 24 de setembro de 2009
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Otimista é aquele que, em tempos difíceis, acha que tudo vai acabar em merda.
O pessimista tem certeza!
(XICO XAVIER)
O pessimista tem certeza!
(XICO XAVIER)
PARECE QUE ELE FOI TRABALHA!!!
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AduBando a VidA
on quarta-feira, 23 de setembro de 2009
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Vamos lá né amigos e amigas, algumas noticias de verdade as vezes fazem bem né? Mais lembrando que não deixa de ser um aduba de vida, então para quem não sabe ,existe na camara de vereadores de londrina um funcionario fantasma trabalhando por lá ( saiba mais do caso do funcionario fantasma), ninguém nunca tinha visto o mesmo... até ontem coleguinhas, parece que ontem o fantasminha resolveu aparecer, se você ficou interessado veja mais detalhe no JL de hoje,
!!!CONTOS DE FADAS!!!
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AduBando a VidA
on sábado, 19 de setembro de 2009
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Depois de alguns dias sem postar nada e ajudar amigos a divulgar seus projetos, vamos lá né? vamos "trabaia", sem ter muito o que postar para adubar a vida de vocês amigos e amigas, vou colocar aqui alguns contos de fadas, sabe aqueles dos mais lindos e belos com lindos e fantansticos finais , que muito me emocionaram e adubaram demais o meu dia, espero que transforme o seu dia asim como transformou o meu... tá... ta bom gente como sempre, este post é mais um daqueles que não fará merda nenhuma em sua vida... mais foda-se o acontecimentos por ai também não mudam em nada mesmo, não é ? pelo menos os post daqui fazem você rir né? NÃO? Então minha amiga e meu amigo, não deixe de ler mesmo assim pois se você não ler, quem irá ler????O Chapolin Colorado??? Hein...hein??? Pode até ser, mais é na sua vida amiga e amigo que esses contos irão adubar a sua vida ...
Os dois menores e MELHORES contos de fadas do mundo...
1. Conto de fadas para mulheres do séc. 21
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu
muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia,
comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom
humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que
estava com vontade e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou
sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
FIM!!!
2. Conto de fadas para mulheres do séc. 21
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e
cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em
como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades
ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um
príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu
transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me
transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um
lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu
poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os
nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,
acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho
branco, a princesa sorria e pensava: - Nem fo...den...do!
(Luís Fernando Veríssimo)
1. Conto de fadas para mulheres do séc. 21
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu
muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia,
comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom
humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que
estava com vontade e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou
sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
FIM!!!
2. Conto de fadas para mulheres do séc. 21
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e
cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em
como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades
ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um
príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu
transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me
transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um
lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu
poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os
nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,
acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho
branco, a princesa sorria e pensava: - Nem fo...den...do!
(Luís Fernando Veríssimo)




